No me pisen las flores
Publicado; janeiro 28, 2012 Filed under: Sem categoria Leave a comment »Senhor Corporação,
Ocorreu em Washigton, em 1886.
As empresas gigantes conquistaram os mesmos direitos legais que os cidadãos vulgares e selvagens.
A Suprema Corte de Justiça anulou mais de 200 leis que regulavam e limitavam a atividade empresarial, e ao mesmo tempo extendeu os direitos humanos às coorporações privadas.
A lei reconheceu às grandes empresas os mesmos direitos que as pessoas, como se as empresas também respirassem: direito a vida, a livre expressão, a privacidade…
No ínicio do século XXI, assim segue sendo…
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o passado urge e todavia sangra em nossas mãos é um passo atrás e talvez outro e meio a frente. a diferença é que o passo que deixamos pra trás terrivelmente marca e ratifica e retrocede o passo e meio a frente.
não perceber essa ditadura, esse facismo, essa guerra é permanecer com o leite para fora da geladeira em dia quente. vão apodrecendo os recursos conscientemente e coalhando o produto. O problema é que a maioria da população não faz iogurte e a cada dia derrama o leite e nem mais se chora por ele.
Não estão sendo criados vermicidas para as pragas das corporações, para a peste da mídia alien flutuante… estão matando nossas plantações.
Que ano. Que época.
Tenho clareza de que nosso papel é central para as próximas colheitas, é ver toda essa lama que chora chorume e não contar pra eles, que na verdade todo esse sangue que está sendo derramado em alguma primavera não muito distante tornar-se-ão flores.
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é do Galeano querido. – o primeiro trecho das corporações.
